Mas sejamos sinceros e vamos admitir que, com a idade, vem as responsabilidades e cobranças. Se as mesmas não vem dos outros, vem, então, de nós mesmos.
Sou a Anne, tenho 27 anos e muitos meses. Ainda tenho mais de 2 anos até chegar ao famoso e tão temido 30 (na minha cabecinha tenho o temido desde os 25) e já estou aqui a pensar no que fiz e deixei de fazer na vida.
Casar?
Ter filhos?
Viajar mais antes de fazer todas essas coisas?
Comprar um carro?
Começar aquele curso muito interessante sobre Antropologia Cultural (que, de fato, eu não irei usar pra nada mas é que é tão interessante…)
Ou simplesmente deixar as coisas acontecerem naturalmente?
Sei que preocupar-se de nada adianta. No entanto as perguntas vêm. Será que eu poderia estar em um ponto diferente na vida, ou estou exatamente onde deveria estar?
Prometi a mim mesma que esse blog/diário/canto/ só será publicado se eu ficar nos E.U.A de vez (Moro aqui desde Fevereiro/2015).
Mesmo assim decidi começar e ir escrevendo e quem sabe assim eu entenda e/ou aceite, o que é ser uma estrangeira na terra do tio Sam, com a família longe e quase uma “trintona”.
Mesmo assim decidi começar e ir escrevendo e quem sabe assim eu entenda e/ou aceite, o que é ser uma estrangeira na terra do tio Sam, com a família longe e quase uma “trintona”.
Acho que estou esperando por aquele momento epifânico onde tudo e todas as coisas serão novas e diferentes. Pode ser que aconteça. Pode ser que não.
A mim...,basta viver e descobrir.
a.c


